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Representatividade feminina no mundo da Tecnologia da Informação

Na escola, 74% das meninas demonstram interesse nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, mas quando chega a hora de escolher uma graduação, apenas 0,4% dessas meninas escolhem Ciência da Computação.

 

Para uma menina, o desafio de aprender a programar se inicia antes mesmo de tentar. Faltam exemplos que a inspirem e sobram estereótipos que reforçam a ideia de que a tecnologia é um campo exclusivo para homens.

A representatividade feminina é algo muito importante e que tem ganhado força nos últimos anos no mundo de TI. Diante disso, a Dextra em parceria com o Cotuca e Unicamp, está organizando o Digital Girls. A ideia principal é proporcionar às meninas do Ensino Fundamental e Médio uma imersão no mundo da TI e mostrar que Tecnologia e Informática não é apenas um mundo masculino.

“Percebemos que, por mais que a maior parte das meninas demonstrem interesse, elas não são incentivadas a continuar seguindo carreira na área de exatas e tecnologia, o que faz com que atualmente tenhamos ambientes predominantemente masculino. A ideia desse projeto é justamente encorajar e aguçar a curiosidade de meninas por essa área que é tão divertida e gostosa, mostrando que todas nós podemos sim fazer parte desse universo de programação”, reforça Tamires Marques, analista de Recursos Humanos da Dextra.

De acordo com o Code.org, empregos na área de computação irão mais do que dobrar até 2020, para 1,4 milhão de vagas. Porém, não há mão de obra qualificada suficiente para cumprir essa demanda e a estimativa é que apenas 400.000 vagas sejam preenchidas. E um dos principais motivos é o baixo número de mulheres na área, as mulheres brasileiras representam apenas 22% das turmas de Ciências da Computação.

A Dextra acredita muito no potencial da mulher programando, desenvolvendo produtos ou criando inovações. E por este motivo teve a iniciativa de criar este evento para alavancar a representatividade feminina neste universo. Esta é uma indústria que carrega uma carga masculina forte, mas mulheres também já escreveram sua história com bastante representatividade e que influência nosso presente.

“É muito importante dar continuidade a este movimento. Campinas é um polo de tecnologia reconhecido mundialmente e precisamos da força da mulher nesta indústria tão poderosa,” avalia Tamires.

O workshop acontecerá no dia 16 de setembro, das 9 as 17h na sede do Cotuca em Campinas. É voltado para um público iniciante e não é necessário conhecimento prévio em desenvolvimento de software. Mais informações e inscrição através do site: digitalgirls.dextra.com.br.

 

 

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