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Dextra

Software ganham mercado no exterior

As vendas das empresas integrantes de projeto de exportação de software e serviços de tecnologia da informação (TI), organizado pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), cresceram 40%, entre 2014 e 2015, atingindo R$ 1,9 bilhão. Cerca de 90% das 145 participantes são pequenos e médios negócios. O valor representa 40% do total exportado pelo setor, no Brasil, em 2015, que foi de R$ 4 bilhões. Cinquenta por cento das entregas seguem para os Estados Unidos.

Em 2016, a expectativa é que o número de companhias que fazem parte da iniciativa suba para 200. “Juntas, deverão ultrapassar os R$ 2 bilhões de exportação, atingindo um share de 50% na pauta exportadora brasileira de software e serviços”, diz Diônes Lima, vice-presidente de operações da Softex. Segundo a entidade, a diferença cambial e a crise eco

A lição é seguida à risca pelo empresário Luis Dosso, diretor de negócios da Dextra, de Campinas (SP). Especializada no desenvolvimento de aplicativos móveis, fechou seu primeiro contrato, com um cliente da Califórnia, logo na primeira feira internacional que participou, em agosto de 2015.

“Sabíamos que o mercado americano estava mais maduro para softwares sob medida e que existia uma demanda não atendida por concorrentes da Índia e do leste europeu”, diz Dosso.

A partir de 2015, o câmbio se tornou favorável à exportação, quando o dólar ficou próximo dos R$ 3,50, lembra. “Isso viabilizou a nossa oferta. Antes era impossível competir com os estrangeiros.” Com 130 funcionários, a Dextra fatura R$ 20 milhões ao ano e até 20% das vendas são fechadas no exterior. O empresário afirma que exportar exige investimento financeiro e tempo dos principais executivos da empresa. Dos quatro sócios, dois têm dedicação prioritária para o desenvolvimento do mercado externo. Além disso, é preciso viajar para visitar clientes e fazer pesquisas. “Desde julho de 2015, já fomos 20 vezes aos Estados Unidos.”

Leia reportagem completa publicada no Valor Econômico em 31/out/16.

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