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Dextra e CINQ unem forças no grupo Mutant

Por: Dextra, janeiro 23, 2020

Companhias começam processo de integração já identificando similaridades culturais e nos negócios. Operação conjunta ocorrerá dentro da unidade de negócios de transformação digital da Mutant, que é liderada pela Dextra
Aumentar a capacidade de entrega e a presença da Dextra no mercado brasileiro e internacional, fomentando a transformação digital dos negócios por meio de metodologias ágeis e unindo times repletos de talentos: estas são algumas das expectativas geradas com a chegada da CINQ Technologies ao Grupo Mutant. A empresa de Curitiba (PR) vai unir forças com a Dextra dentro da unidade de transformação digital da Mutant.
Fundada em 1992 na capital paranaense, a CINQ também possui escritórios em São Paulo (SP), Ponta Grossa (PR) e Miami (EUA). Desenvolve projetos usando métodos ágeis e processos modernos de controle de qualidade de software e gestão da inovação. São cinco ofertas de serviços: design de software, desenvolvimento ágil, testes de software, alocação de times ágeis e de profissionais.
“A CINQ tem tudo a ver com a forma de trabalhar da Dextra. São empresas que se complementam”, diz Fernando Ultremare, CTO da empresa de Campinas. “Primeiro pelo fit cultural, pela visão de como trabalhar a transformação digital e o desenvolvimento de software. Segundo porque atendemos mercados diferentes no Brasil e fora dele, o que nos faz ter maior abrangência, uma complementaridade no mercado.”
Sob o ponto de vista tecnológico, ambas as companhias trabalham com tecnologias modernas, e juntas podem escalar essa capacidade. Data Science, Machine Learning, IoT e Inteligência Artificial são alguns dos recursos que as empresas devem explorar para gerar mais valor para os clientes.
Outro ponto positivo apontado pelo executivo é o aumento da capacidade de atrair talentos. Com escritórios espalhados em polos tecnológicos de múltiplas praças brasileiras e sob a marca da Mutant, Dextra e CINQ se tornam mais atrativas para profissionais de tecnologia.
Quem mais ganha com a união de forças são os clientes, que poderão contar com duas companhias trabalhando em conjunto e sinergia para perseguir as mesmas metas.

Mas o que muda?

O processo de integração entre as duas companhias na unidade de negócios de transformação digital da Mutant já começou. Primeiro haverá um mapeamento dos talentos com o objetivo de executar projetos conjuntos ao longo de 2020, aproveitando o melhor das duas operações.
Enquanto isso acontece, tanto a Dextra como a CINQ continuam separadas, ou seja, atendendo os próprios clientes e projetos.
“A união das duas empresas só traz benefícios, porque a cultura e a visão de mercado são muito semelhantes. As lideranças continuam as mesmas, e as operações rodando da mesma maneira”, reitera Ultremare. “Vamos unir pontos de sinergia e fazer a integração com inteligência.”
Os colaboradores de ambas as empresas também não têm com que se preocupar: tanto Dextra como CINQ estão com vagas abertas e devem continuar contratando. O modelo de negócios de ambas é 100% baseado em pessoas, portanto o objetivo é não só manter os talentos reunidos nos últimos anos como também trazer novos.
Com a união das empresas, o número de pessoas na unidade de negócios de transformação digital da Mutant deve saltar para mais de mil pessoas em 2020. Lembrando que a Dextra ampliou recentemente o número de escritórios com a inauguração de uma unidade na Avenida Paulista, em São Paulo. Com ele são quatro sites em grandes centros do País, com planos de ampliação para Rio de Janeiro (RJ) e Barueri (SP) em breve.
“O time da Dextra está super empolgado”, comemora o CTO. “O pessoal da CINQ veio nos visitar, e deu para perceber o fit cultural, o clima e a visão parecida.”

Crescimento acelerado

A CINQ é a sétima aquisição da Mutant no segmento de tecnologia nos últimos três anos (a Dextra foi a sexta), e o objetivo é fortalecer o portfólio e a capacidade de execução de soluções de transformação digital. Com a CINQ, a Mutant chega a 12 países de três continentes prestando serviços B2B.
Desde 2017 o faturamento da companhia duplicou, de R$ 300 milhões para R$600 milhões em 2019. Com a aquisição, o objetivo é manter o ritmo de crescimento em 2020. Novas aquisições não estão descartadas: segundo Alexandre Bichir, CEO da Mutant, o fundo disponível para este fim ainda conta com cerca de US$ 80 milhões.

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