5 tendências que irão acelerar o processo de inovação e tecnologia no varejo brasileiro

O varejo brasileiro mostra sinais de recuperação, e o melhor momento para retomar projetos e trazer inovação em tecnologia...

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Somos especialistas em desenvolvimento de software sob medida para negócios digitais. Pioneiros na adoção de metodologias de gestão ágil, combinamos processos de design, UX, novas tecnologias e visão de negócio, desenvolvendo soluções que criam oportunidades para nossos clientes. A Dextra faz parte da Mutant, empresa B2B líder no mercado brasileiro e especialista em Customer Experience para plataformas digitais.
Data de publicação: 15/08/2017
imagem de um carrinho de compra com as inovações do varejo brasileiro

O varejo brasileiro mostra sinais de recuperação, e o melhor momento para retomar projetos e trazer inovação em tecnologia é agora
O ano de 2017 pode ser o ponto de partida para a recuperação do varejo no país. A previsão otimista foi feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a qual estima que o setor crescerá 1,5% até o fim do ano. Contudo, para que essa retomada de fato aconteça, os times de tecnologia das varejistas têm um importante desafio pela frente: trazer para a realidade brasileira as inovações que aconteceram no setor nos últimos anos.
E é exatamente para discutir sobre as melhores formas de investir na implementação desses projetos para seus negócios que a 6ª edição do Congresso TI & Varejo convocou os melhores especialistas e líderes capazes de trazer impactos para esse mercado. “Este é o ano para falar de investimento novamente. É hora de recuperar terreno e trazer inovação”, afirma Luis Dosso, Diretor de Negócios da Dextra e um dos palestrantes do evento.
Segundo Dosso, as empresas agora têm a oportunidade de voltar a investir em iniciativas para obter melhores resultados. “Nos últimos três anos o setor vinha apresentando queda nas vendas. O desafio agora é colocar em prática os projetos que haviam sido engavetados devido ao período de retenção de gastos causado pela crise econômica”, diz.
Isso porque, além da prospecção positiva da CNC, a melhoria de alguns índices econômicos também serviu para evidenciar a chance de retomada do varejo.
No segundo trimestre deste ano, por exemplo, o desemprego caiu para 13% e a população ocupada cresceu em 1,4%, trazendo 1,3 milhão de pessoas a mais para o mercado de trabalho. A diminuição na expectativa para a inflação e a redução da taxa Selic são outros exemplos que proporcionam um alento para a crise financeira.

A agilidade necessária para inovar

O mais interessante é que boa parte das varejistas brasileiras já estão tirando proveito desse momento econômico para tentar crescer. É o que mostra o estudo da Cisco chamado “The Current State of Digital Readiness in Retail”, o qual aponta que 67% das empresas do país estão investindo em novas tecnologias e serviços para acompanhar as transformações digitais, superando até mesmo as norte-americanas, com 51%.
Entretanto, para que esse investimento realmente seja transformado em inovação e resultados é preciso mudança de mentalidade. “Projetos de digitalização não podem ser executados da maneira tradicional. É preciso considerar o uso da agilidade para conseguir capturar novas e melhores ideias a todo o momento”, explica Luis Dosso.
As metodologias ágil e lean são, portanto, a maneira mais recomendada para conduzir esses projetos de inovação, uma vez que com esse conceito é possível reagir às mudanças, adaptar escopos e testar hipóteses que funcionam ou não funcionam mais rapidamente, a fim de levar a inovação com mais agilidade para as companhias. Saiba mais sobre Aceleração Digital.

Em quais projetos investir

Embora seja necessário tirar proveito da Aceleração Digital para alcançar inovação, é preciso ter cautela ao replanejar o orçamento para mobilizar equipes em novas iniciativas. Por consequência disso, muitas empresas podem ficar em dúvida sobre quais iniciativas merecem atenção no momento.
Se esse é o seu caso, confira a seguir cinco projetos que devem estar no radar de seu time de tecnologia para impactar o varejo:

1. Aprimorando a experiência no mobile

“Conseguir instalar um app no celular do seu cliente é um caminho interessante para gerar vendas”, explica Luis Dosso. Alguma das ideias que empresas já estão colocando em prática envolvem ferramentas para consultar histórico e saldo do cartão da varejista, apps com ofertas relevantes ou com informações complementares para conhecer melhor os hábitos do cliente.

2. A sinergia entre as plataformas online e offline

A convergência entre os ambientes online e offline também tem sido um dos desafios das varejistas no país. Por isso, a estratégia do Omni channel deve ser levada em consideração na implementação de soluções que facilitem a jornada do cliente na loja, e simplifiquem o processo de decisão de compra e de venda.
“Ambas as plataformas têm uma complementaridade. Enquanto o virtual te dá um maior número de informações sobre um produto, na loja física você pode testar e ver como a mercadoria realmente é”, afirma Luis Dosso. “A loja física ainda pode se beneficiar do online, por exemplo, ao oferecer aparelhos móveis no local que tragam conteúdos adicionais sobre o produto, ajudando na decisão de compra do cliente”, diz.

3. Receita adicional sem custos

“Uma tendência do varejo digital para conseguir uma receita adicional é tirar proveito do conceito do Marketplace”, afirma Dosso. Essa é uma estratégia comum adotada por conhecidas marcas no país como Magazine Luiza, Submarino e Mercado Livre.
Nessa modalidade, as lojas têm a vantagem de oferecer mais produtos e serviços aos consumidores e de ganhar uma comissão em cima das vendas efetuadas. Tudo isso sem ter a complexidade de administrar estoque, entrega, atendimento ao cliente, já que essas responsabilidades são assumidas pela loja parceira.

4. Agregando valor ao cliente com a Internet das Coisas

Uma outra pesquisa conduzida pela Cisco afirma que investir em tecnologias da Internet das Coisas para agregar valor ao cliente pode aumentar em até 15,6% os lucros das empresas. E a tendência é de que projetos com essa missão ganhem mais força no país daqui para frente, com várias empresas que já aderiram ao conceito. “Os shopping centers, por exemplo, já utilizam essa tecnologia para analisar o fluxo de pessoas dentro do espaço comercial e de lojas específicas”, explica o diretor.
Outra maneira de engajar com os consumidores é utilizar os Beacons, solução que permite enviar mensagens e ofertas personalizadas para os usuários que estejam próximos de uma loja ou estabelecimento por meio do Bluetooth ou Wi-Fi. “Ainda é possível fazer uma espécie de Analytics dentro da loja, para compreender o comportamento do consumidor dentro do local”, afirma.

5. Fidelização de clientes

Estratégias de fidelização do cliente ainda são um mercado pouco explorado no Brasil e merecem atenção. “A fidelização traz uma série de benefícios. Com ela você pode coletar dados para entender o hábito de seus clientes e acelerar a decisão de compra”, diz Luis Dosso. Ainda segundo o Diretor de Negócios, a partir de soluções voltadas para esse conceito é possível explorar uma série de vantagens, entre elas a possibilidade de alcançar milhões de usuários com a oferta de centenas de produtos e serviços diferentes.
A Livelo é um exemplo. Criada por especialistas em estratégia de negócio e Experiência do Usuário (UX) aqui da Dextra, a plataforma gerada a partir da joint venture entre o Bradesco e Banco do Brasil permite acumular e trocar pontos em 25 empresas parceiras e já impacta mais de 13 milhões de usuários no país.

Por onde começar

Independentemente de qual tendência seguir, todas as iniciativas digitais têm uma meta em comum: colocar o cliente no centro da estratégia de negócios.
E além de ser uma das responsáveis pelo sucesso da Livelo com mais de 13 milhões de clientes, a Dextra possui equipes especializadas em adaptar os melhores conceitos e metodologias de desenvolvimento de projetos para cada tipo de negócio. Se você deseja obter mais informações sobre como aplicar as estratégias listadas acima para a sua empresa, basta entrar em contato com um de nossos especialistas e marcar uma conversa.

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  1. Sobre a Dextra

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