Entenda o que é inovação disruptiva

Nos últimos anos, um conceito se tornou fundamental para empresas que querem se manter competitivas. A ideia de inovação...

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Somos especialistas em desenvolvimento de software sob medida para negócios digitais. Pioneiros na adoção de metodologias de gestão ágil, combinamos processos de design, UX, novas tecnologias e visão de negócio, desenvolvendo soluções que criam oportunidades para nossos clientes. A Dextra faz parte da Mutant, empresa B2B líder no mercado brasileiro e especialista em Customer Experience para plataformas digitais.
Data de publicação: 10/04/2019

Nos últimos anos, um conceito se tornou fundamental para empresas que querem se manter competitivas. A ideia de inovação disruptiva passou a fazer parte das discussões de todo gestor que pretende tornar o seu negócio mais eficiente e manter-se à frente de seus principais concorrentes.

A promoção da inovação disruptiva envolve uma série de fatores que auxiliam o negócio a ter uma cultura mais flexível, aberta a novas ideias e capaz de aproveitar melhor os recursos existentes. Apesar de ser um termo geralmente associado com o mercado de tecnologia, ela passa por vários setores, como a indústria, o mercado financeiro e até mesmo a hotelaria.

Justamente por isso, é importante que a sua empresa saiba o que é a inovação disruptiva e como ela pode afetar o sucesso da sua companhia nos próximos anos. Continue a leitura e saiba mais sobre o tema!

O que é a inovação disruptiva

O conceito de inovação disruptiva foi criado pelo professor de Administração da Harvard Business School Clayton M. Christensen. Ele é mundialmente conhecido pelos seus estudos sobre inovação no ambiente corporativo, e as suas ideias sobre o tema se tornaram populares entre os empreendedores do Vale do Silício e quem atua no mercado de marketing e publicidade.

A inovação disruptiva é um conceito que pode ser definido como a capacidade de um negócio combinar tecnologias e estratégias para promover produtos e serviços que sejam conhecidos pela sua capacidade de romper com os padrões do mercado.

Para que isso seja possível, os serviços e mercadorias devem ir além da promoção de uma evolução quando comparados com os seus concorrentes: é necessário gerar uma ruptura profunda em relação ao status quo de uma área.

Em outras palavras, a inovação disruptiva ocorre quando uma empresa cria uma oportunidade de negócios promovendo algo inédito em seu campo de atuação. Isso é diferente, portanto, de uma inovação evolutiva, em que algo já existente é atualizado para incorporar novidades ou apenas ser mais eficiente.

A importância de pensar em inovação disruptiva

A inovação disruptiva se tornou conhecida nos últimos anos por ter criado novos mercados e rompido com modelos tradicionais. Além disso, conforme a tecnologia avança e passa a fazer parte do nosso dia a dia, ela ganha um destaque cada vez maior: a transformação digital está acelerando as mudanças e a criação de tendências; portanto, estar atento a cada novidade é fundamental para ser competitivo.

Acelerar o processo de inovação, dessa forma, é pensar no futuro da empresa. Isso vale para qualquer setor, uma vez que até mesmo mercados como o da produção de automóveis estão se integrando a startups para flexibilizar alguns processos e ter mais abertura a inovações.

Assim, qualquer negócio que pretenda sobreviver em um futuro mais conectado e integrado deve estar atento a essa tendência e a como ela pode afetar a sua área.

Os quatro passos da inovação disruptiva

Se a sua empresa já está estabelecida e pretende iniciar um processo de busca por maior inovação, existem alguns passos fundamentais. Esse é um processo longo, mas que, conforme apontam Chris Bradley e Clayton O’Toole, é fundamental para levar o negócio a ter uma cultura inovadora. Confira cada um abaixo!

Passo 1: detecção

A primeira etapa é quando a empresa identifica a necessidade de inovar no seu mercado de atuação. Isso pode ocorrer por estímulos externos (como avanços tecnológicos) ou apenas pela identificação de uma oportunidade de mudar a cultura corporativa ou o portfólio de produtos para se manter à frente de concorrentes.

Nesse momento, é fundamental que a empresa tenha uma boa visão de futuro. Ela precisa estar preparada para identificar a melhor maneira de reagir às transformações do seu setor sem se expor a riscos desnecessários ou atuar com lentidão.

Passo 2: clareza

Nesse momento, o novo modelo de negócios é validado. A empresa já avaliou a viabilidade das mudanças e optou por renovar a sua estratégia de mercado, seja criando uma nova rotina operacional ou modificando os seus produtos.

Aqui, é fundamental que o gestor esteja preparado para apoiar as mudanças. Em muitos casos, as inovações não apresentarão resultados rápidos e, em alguns cenários, podem levar até a uma perda temporária de clientes.

Portanto, é necessário um foco pesado nos resultados que as novas abordagens trarão para a empresa a médio e longo prazo. Dessa forma, a companhia conseguirá lidar com os impactos iniciais e avançar pelas próximas etapas com segurança.

Passo 3: transformação inevitável

Nesse momento, a empresa começa a colher os resultados das suas mudanças de postura. O novo modelo de negócios já apresenta resultados preliminares e outros concorrentes começam a identificar o sucesso da companhia.

Pouco a pouco, todo o mercado se volta para as escolhas tomadas pelo negócio e começa a se adaptar ao novo cenário. O maior desafio, nesse estágio, é conseguir identificar como distribuir recursos entre investimentos voltados para a inovação e estratégias mais tradicionais.

Passo 4: normalização

No estágio final, todo o setor já foi transformado. O que antes era inovação e disrupção se tornou a realidade do mercado. Aqui, as empresas que investiram primeiro na inovação se destacam por terem mais experiência na prestação dos serviços que viraram tendência e conseguem manter um fluxo estabilizado de receitas.

Por que ser uma organização exponencial para promover a inovação disruptiva

Para se tornar um negócio que promove a inovação, é fundamental que a companhia tenha um modelo de negócios exponencial. Isso significa criar uma cultura em que o propósito do empreendimento é ser mais transformador e, com isso, criar mudanças para os seus produtos, serviços e todo o seu mercado de atuação.

Além disso, é fundamental ter a tecnologia integrada aos principais processos direcionados ao core business. Dessa forma, será possível promover um crescimento contínuo da organização, aumentando receitas sem comprometer despesas.

O negócio se torna uma organização exponencial a partir de duas bases: escala e ideais. Confira como elas afetam as rotinas do empreendimento!

Busca pela escalabilidade

A escalabilidade auxilia o negócio a responder rapidamente a mudanças do mercado e é um indicativo de flexibilidade operacional. Confira, abaixo, os princípios que levam o negócio a ser escalável!

Times flexíveis

As organizações exponenciais contam com a terceirização de serviços para que consigam ter mais foco em demandas críticas e sempre mantenham as suas equipes com o tamanho correto. O apoio da mão de obra externa também reduz custos e auxilia o empreendimento a ter um time alinhado com as demandas do presente, evitando atrasos e problemas na entrega de resultados.

Integração interna e externa

A empresa deve promover um ciclo de integração entre as equipes internas, os seus fornecedores e parceiros comerciais. Além disso, o relacionamento com clientes deve sempre ser uma grande preocupação. Assim, haverá uma rede de pessoas contribuindo indiretamente e diretamente para que a companhia possa crescer de modo robusto e sustentável.

Estrutura data-driven

Com o apoio das tecnologias de análise de dados (como o Big Data e o BI), a empresa terá uma cultura data-driven, ou seja, movida a dados. O negócio abandonará a intuição nas suas rotinas de tomada de decisão e utilizará todas as informações disponíveis para definir uma boa estratégia de atuação, reduzindo riscos e alinhando-se rapidamente às principais tendências do setor.

Ativos alavancados

As organizações exponenciais alugam, compartilham e alavancam recursos continuamente. A economia compartilhada se torna uma ferramenta operacional, auxiliando os profissionais a terem acesso ágil a todas as soluções necessárias para prestar um serviço de qualidade, que seja também ágil e inovador.

Promoção do engajamento

O engajamento é fundamental para a empresa atingir as suas metas. Internamente, ele colabora para os profissionais executarem as suas rotinas com mais qualidade. Externamente, facilita a relação com o público-alvo e a criação de oportunidades de vendas.

Esse fator é promovido com uma comunicação bem estruturada. O negócio terá metas claras, um foco nas demandas de times e clientes e um alinhamento com o perfil de cada interlocutor. Assim, será mais fácil fidelizar consumidores e garantir que as equipes estarão motivadas a buscar os seus objetivos de médio e longo prazo.

Promoção de ideias

A organização exponencial também tem um foco em novas ideias. Esse é um fator que deve ser considerado, principalmente, no ambiente interno. Como mostraremos adiante, não há inovação sem espaço para um novo tipo de pensamento.

Esse princípio está organizado a partir de cinco fatores. Confira cada um abaixo!

Interfaces de análise

A empresa utilizará interfaces e sistemas para processar e comparar informações com agilidade e precisão. Dessa forma, decisões serão tomadas com mais segurança, evitando erros e riscos elevados.

Dashboards

As dashboards centralizam as informações disponíveis de modo claro e objetivo. Gráficos, tabelas, indicadores e outros fatores que influenciam nos resultados da empresa são centralizados em um único local.

O gestor terá mais controle sobre todos os pontos que impactam nos resultados da companhia e realizará mudanças rapidamente quando for necessário. Consequentemente, a companhia sempre terá um nível de desempenho uniforme.

Experimentação

A empresa sempre realizará testes de novas metodologias, estratégias operacionais e tecnologias. Isso auxiliará o gestor a testar novas ideias, incorporar novidades rapidamente ao dia a dia de cada área e garantir a manutenção da cultura de inovação no ambiente corporativo.

Comunicação horizontal

A colaboração é fundamental para os negócios exponenciais. A empresa precisa estruturar uma estratégia de comunicação capaz de conciliar métodos inovadores de trabalho, reduzir conflitos e garantir que a integração seja elevada. Assim, mesmo que os times estejam separados fisicamente, será possível promover a troca de informações estratégicas com segurança e qualidade.

Como promover a inovação disruptiva no ambiente corporativo

A inovação é uma prática que deve ser promovida continuamente pela empresa. Mas, para que isso seja feito com segurança, vários passos devem ser tomados. Confira os principais!

Tenha uma cultura de dados

Como já apontamos, a cultura de dados coloca o negócio à frente de concorrentes, reduz riscos e melhora a capacidade do gestor de encontrar pontos que demandam melhorias.

Portanto, a empresa deve sempre estar pronta para investir em estratégias que envolvam a coleta, o armazenamento e o processamento de dados com o apoio do Big Data e do aprendizado de máquina para melhorar o seu posicionamento e conseguir obter novos insights sobre o que pode tornar a empresa mais competitiva.

Conheça o seu público-alvo

Saber o perfil do público-alvo da empresa é crucial para que o gestor possa encontrar novas formas de inovar. Afinal de contas, se a companhia conhece bem os seus clientes, ela consegue alinhar o seu portfólio de soluções conforme as principais necessidades deles. Além disso, será mais fácil otimizar o relacionamento e, com isso, fidelizar consumidores.

Promova a escalabilidade

A escalabilidade é fundamental para que o negócio consiga crescer rapidamente e sempre lidar com as demandas de clientes e parceiros comerciais. Investindo em tecnologias como o cloud computing e o serviço de outsourcing, o negócio pode criar uma cadeia operacional com mais flexibilidade e capacidade de se adaptar a mudanças com rapidez. Assim, a empresa sempre será capaz de entregar serviços com alto nível de qualidade e aderência a prazos.

Dê espaço para novas ideias

Esse é um ponto crítico. Empresas inovadoras sabem que boas ideias podem vir de qualquer lugar. Portanto, abrir espaço para a experimentação é crucial.

Sempre incentive os profissionais a testarem novas ideias e soluções. Mantenha, para isso, um fluxo contínuo de análise de resultados e feedbacks.

Boas escolhas devem ser rapidamente incorporadas ao dia a dia da companhia e divulgadas a todos. Assim, os profissionais podem se manter motivados e capazes de prestar um bom trabalho.

Seja um negócio exponencial

Como já apontamos, ter uma estrutura alinhada com o conceito de negócio exponencial é crucial. Quando isso ocorre, a companhia pode investir na inovação com mais segurança.

Invista na tecnologia

O investimento na tecnologia dá as bases para a empresa promover a inovação em todas as áreas. Os times conseguirão criar uma rotina com menos gargalos e mais inovação e compartilhamento de informações. Além disso, haverá menos erros e maior nível de automação, auxiliando no maior direcionamento de recursos para rotinas estratégicas.

Sempre monitore resultados em busca de pontos que possam ser otimizados

3 exemplos de empresas que abraçam a inovação disruptiva

Existem vários negócios que, ao longo dos últimos anos, se mostraram capazes de promover inovações disruptivas em seus setores. Confira alguns exemplos abaixo!

1. Apple

Esse é um exemplo clássico. A Apple se destacou, ao longo dos anos, pela sua capacidade de produzir novos produtos e lançar recursos sempre no momento ideal, surpreendendo a concorrência.

A companhia foi uma das primeiras a fornecer computadores voltados para o mercado de usuários domésticos. Com melhor usabilidade e menor complexidade operacional, os dispositivos da companhia rapidamente ganharam um grande mercado.

Anos mais tarde, a empresa de Steve Jobs abandonou um período difícil com o lançamento do iPod. O produto seguiu o exemplo de outros lançamentos marcantes da companhia e conseguiu estruturar timing, inovação e conveniência em um aparelho capaz de caber no bolso de uma calça jeans.

O iPod foi um dos responsáveis por lançar o mercado de músicas digitais. O gadget era capaz de armazenar músicas compradas a baixo custo na iTunes Store e oferecia um sistema de fácil uso. Dessa forma, a Apple conseguiu criar uma experiência de uso mais prática e conveniente do que a proporcionada pelos walkmans e discmans existentes.

Outro exemplo de inovação disruptiva da Apple foi o lançamento do primeiro Macbook Air. Um dos primeiros notebooks ultrafinos do planeta, o Macbook Air se destacou não pelo seu alto poder de processamento, mas por ser fino e com uma boa bateria. Assim, durante anos, o aparelho foi a primeira escolha de quem procurava um computador portátil e capaz de suportar um dia de trabalho fora da tomada.

Não podemos deixar de citar, também, o iPhone. Principal produto da Apple, o smartphone foi lançado em uma época em que os aparelhos mais robustos tinham telas com touch screen resistivo e sistemas lentos e complexos.

O iPhone revolucionou o mercado com uma experiência de uso mais simples e ciclos de mudança contínuos. Ano após ano, o aparelho introduziu tecnologias, incorporou funcionalidades dos concorrentes com mais qualidade e passou a ser uma referência do mercado de smartphones global.

2. Nubank

O mercado financeiro é conhecido por utilizar a tecnologia de um modo pouco convencional. Apesar de investir em soluções de TI desde a criação dos primeiros mainframes, bancos, empresas de investimento e operadoras de cartão de crédito sempre buscaram uma abordagem mais conservadora, seja por medo de mudanças ou por questões de segurança.

O Nubank é o exemplo nacional de que é possível promover inovação disruptiva até mesmo no mercado financeiro. A empresa de cartões de crédito surpreendeu o mercado ao mostrar que é possível fornecer um cartão robusto a consumidores com um baixo custo e alta rentabilidade.

O cartão de crédito da Nubank pode ser utilizado totalmente sem custos. A empresa se estruturou de um modo inovador, que reduz o investimento necessário para manter a operação ao mínimo possível. Dessa forma, foi possível eliminar as taxas de anuidade sem gerar riscos.

O primeiro passo foi a eliminação dos canais físicos para atendimento. Todo o suporte ao cliente é feito pelo aplicativo, via e-mail ou telefone. Assim, não há a necessidade de investir no atendimento ao consumidor em um local físico, algo que tem um elevado custo.

O algoritmo de análise de crédito também permite que a empresa seja mais rentável sem comprometer os seus gastos. O negócio pode escalar as suas operações com segurança, uma vez que todas as análises de crédito serão realizadas com o apoio de uma ferramenta robusta e capaz de combinar Big Data e machine learning para identificar o risco de cada operação.

Além disso, o processo de cadastro do cliente e a gestão do cartão são feitos diretamente pelo aplicativo oficial. Do envio dos dados de cadastro ao processo de emissão de boleto, tudo é feito diretamente em um aplicativo mobile moderno e seguro. Assim, a empresa criou uma experiência de uso única para os seus clientes.

3. AirBnb

O AirBnb foi responsável por uma mudança radical no mercado de hotelaria. A empresa, que hoje está presente em 191 países e já foi avaliada em 31 bilhões de dólares, tem como principal serviço a possibilidade de conectar pessoas comuns e turistas que procuram um local barato para se hospedar.

O negócio se adaptou a mudanças, provocou protestos em várias cidades e hoje já incorpora até mesmo passeios turísticos em sua plataforma. As chamadas “experiências” são passeios completos organizados e geridos diretamente por ele.

O serviço, lançado há alguns anos, mostra como a inovação disruptiva também envolve a capacidade de se adaptar rapidamente a novos cenários e sempre buscar se alinhar com as principais tendências do setor.

Como inovar se tornou fundamental para ficar à frente do mercado

Nos últimos anos, vários mercados passaram a falar em inovação. Impulsionados pela transformação digital, negócios começaram a colocar a necessidade de ser inovadores como a principal meta operacional.

Mas, para que isso ocorra, é necessário que exista uma cultura propícia à inovação. A empresa deve ter um conjunto de práticas operacionais, tecnológicas e de gestão que facilitem o teste de novas ideias, a busca por um maior nível de competitividade e a autonomia dos times.

Isso ocorrerá com o apoio de tecnologias como as de análise de dados, uma metodologia de trabalho que estimule decisões autônomas e a integração entre equipes. Dessa forma, o negócio poderá trabalhar de modo conjunto para prestar serviços modernos e inovadores a seus clientes.

A promoção da inovação disruptiva, portanto, é fundamental para tornar o negócio mais eficiente e competitivo ao longo dos próximos anos. Em um mercado em que a conquista de novos consumidores é cada vez mais complexa, garantir que a empresa tenha meios para atingir o seu público-alvo e destacar a marca junto aos consumidores, antecipando-se aos seus concorrentes, é algo crucial para atingir metas comerciais.

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