Estratégia digital: o que é e como concretizá-la

O que uma empresa deve fazer para gerar novos negócios e conquistar clientes a partir de produtos digitais? Saiba...

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Somos especialistas em desenvolvimento de software sob medida para negócios digitais. Pioneiros na adoção de metodologias de gestão ágil, combinamos processos de design, UX, novas tecnologias e visão de negócio, desenvolvendo soluções que criam oportunidades para nossos clientes. A Dextra faz parte da Mutant, empresa B2B líder no mercado brasileiro e especialista em Customer Experience para plataformas digitais.
Data de publicação: 29/07/2020

O que uma empresa deve fazer para gerar novos negócios e conquistar clientes a partir de produtos digitais? Saiba mais sobre a ‘estratégia digital’ e como tirá-la do papel

Ocupar espaço relevante em um mercado cada vez mais digital não é tarefa simples. A velocidade imposta pelas mudanças e a competição ferrenha características do novo ambiente desafiam. O que se convencionou chamar de transformação digital, embora estabeleça alguns elementos importantes, principalmente tecnologias, nem sempre aponta caminhos. É aí que surge um conceito relevante para nós da Dextra: a estratégia digital.

O que uma empresa deve fazer, e que produtos digitais deve criar, para gerar novos negócios e conquistar clientes? Esta é a definição de “estratégia digital” – e não por acaso também é o que toda empresa gostaria de descobrir neste momento. Seja para reduzir custos, buscar mercados, lançar produtos (ou uma combinação qualquer desses três objetivos): é necessário traçar, antes, uma estratégia.

“Até cinco anos atrás qualquer aplicativo bem feito ocupava um lugar ao sol. Hoje é preciso muito mais que isso”, pondera Luis Dosso, diretor de desenvolvimento de negócios e cofundador da Dextra. “O nível de comparação é muito mais alto. É preciso pensar em várias outras coisas, que vão desde a concepção do produto, passando pela experiência e o engajamento do usuário, etc. E depois, continuar evoluindo.”

Nos últimos anos se popularizaram práticas, metodologias e tecnologias capazes de manter um produto digital relevante e em constante evolução. O Ágil, os OKRs (Objectives and Key Results), as técnicas de Growth e a computação em nuvem são só alguns entre tantos exemplos. Muitas empresas, diz Dosso, optaram pelo uso de alguns deles sem uma estratégia maior que tudo alinhasse para a obtenção de melhores resultados.

“A maior parte [das empresas] vai seguindo a onda, sem estruturar ações. É um mote que talvez tenha funcionado até aqui, mas o mercado está mais maduro e exigindo grau maior de profissionalismo. É necessário ter ações mais articuladas”, diz o executivo da Dextra.

Caminho das pedras

Conceber um produto de acordo com as necessidades dos usuários e depois evoluí-lo de acordo com o uso pode parecer simples, mas exige uma série de estratégias. Dosso os define como “pequenas ações de guerrilha para alcançar um resultado grande”, o que inclui extrair insights e, partir deles, gerar novas funcionalidades.

Mas extrair conhecimento dos dados gerados exige pessoas e ferramental para que os insights efetivamente se transformem em novas funcionalidades, isso tudo de maneira ágil. “Esse pacotão que chamamos de ‘concretizar a estratégia digital’ inclui alguns desses elementos ou todos, dependendo do objetivo de cada cliente”, explica o executivo.

A grande vantagem dessa abordagem são os ganhos de eficiência obtidos pela coerência entre as ações executadas. Isso significa melhor aproveitamento do orçamento e capacidade de executar ações concomitantes, ou seja, em diferentes frentes.

Estratégia em execução

Mas, afinal, como traçar uma estratégia digital? E o que deve ser considerado? 

Primeiro, é preciso entender qual o objetivo da empresa: simplificar um canal de comunicação, lançar um produto, reduzir custos ou outro objetivo? Feito isso, definir em termos quantitativos o que se espera obter: aumento de receita em 20%? Crescimento de vendas pelo app ou quiosque de 15%? reter o cliente por mais tempo?

Depois vem a concepção do produto ou solução considerando o que é necessário oferecer, sempre levando em conta a experiência do cliente (UX). O passo seguinte é fazer testes e descobrir se as hipóteses levantadas trarão valor para o cliente. 

O passo seguinte é o desenvolvimento, executado pelos squads e considerando as tecnologias que melhor se apliquem ao objetivo proposto. Quando o produto ou funcionalidade for então lançado, entra outra parte fundamental da estratégia: medir o uso. Só com dados é possível saber se o que foi posto em prática correspondeu à teoria, e se os objetivos foram atingidos. E mais: o que ainda está faltando.

“A prova dos nove é o produto ganhar tração, ser visto como útil pelo público-alvo, além de atingir o objetivo do negócio”, explica Dosso. “Uma vez definida a estratégia, a Dextra entra com a capacidade de concretizar tudo isso em um produto digital. Estamos preparados para levar tudo isso do papel para a vida.”

 

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