Afinal, o que é a inteligência artificial?

Embora tenhamos visto constantes mudanças amparadas pela tecnologia, inovações disruptivas prometem marcar a história da humanidade por meio da...

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Somos especialistas em desenvolvimento de software sob medida para negócios digitais. Pioneiros na adoção de metodologias de gestão ágil, combinamos processos de design, UX, novas tecnologias e visão de negócio, desenvolvendo soluções que criam oportunidades para nossos clientes. A Dextra faz parte da Mutant, empresa B2B líder no mercado brasileiro e especialista em Customer Experience para plataformas digitais.
Data de publicação: 12/06/2019

Embora tenhamos visto constantes mudanças amparadas pela tecnologia, inovações disruptivas prometem marcar a história da humanidade por meio da inteligência artificial, machine learning, big data e cloud computing.

Não podemos mensurar o tamanho desse desenvolvimento ou aonde ele pode chegar, mas sabemos o quão transformador ele pode ser em nossas vidas.

Já vemos, em nossas rotinas, a possibilidade de automação de tarefas, a facilidade com que podemos realizar atividades antes inimagináveis ou a utilidade e o valor do uso dessas tecnologias.

A inteligência artificial é uma possibilidade que surge nesse contexto com o intuito de proporcionar experiências únicas aos usuários e maior eficiência às empresas. Se você já reconhece esse valor e quer entender como é possível melhorar processos ou vivenciar experiências diferenciadas, continue a leitura deste post!

Afinal, o que é a inteligência artificial?

A inteligência artificial baseia-se na capacidade de uma máquina realizar ações como seres humanos. Logo, consiste na simulação do raciocínio, da percepção de meio e das mais variadas formas de resolução de problemas.

Algumas aplicações mais comuns da IA são o reconhecimento facial, de voz e da localização de um usuário, a possibilidade de prever condições meteorológicas ou de tráfego e a criação de jogos mais reais.

Nos negócios, a inteligência artificial já é utilizada em todos os segmentos, por meio de chatbots que realizam o primeiro atendimento digital, assistentes virtuais e sistemas de gestão que fomentam a análise de dados para garantir mais produtividade nos processos.

Conceito

A inteligência artificial é um emaranhado de tecnologias que possibilitam e dão suporte à sua funcionalidade. Entre elas, destacam-se as unidades de processamento gráfico, que garantem o poder computacional da infraestrutura em que a IA é aplicada.

Além disso, algoritmos avançados garantem a combinação das ações e reações, por meio da programação inteligente, em que é possível identificar e prever comportamentos e eventos.

Como consequência, surgem os APIs, códigos que adicionam funcionalidades aos softwares, como as capacidades de resposta, de reconhecimento de imagens e da transcrição de informações e a Internet das Coisas, que permite total integração entre sistemas e ferramentas.

O processo de criação da inteligência artificial é baseado em três pilares:

  1. modelos de dados: que embasam as análises;
  2. grande quantidade de dados, o chamado big data;
  3. capacidade de processamento, ou seja, máquinas com alta capacidade de ler e tratar essas informações.

Em suma, a inteligência artificial é possibilitada pela soma entre big data, machine learning, computação em nuvem e bons modelos de dados.

O raciocínio humano é fundamental para a programação adequada dessas máquinas, sendo, dessa forma, imprescindível para a efetivação desse cenário.

As principais funções surgidas com o crescimento da tecnologia são os cientistas de dados e programadores de robô, que se baseiam em questões éticas e morais para trazer a máquina o mais próximo possível do pensamento humano.

Objetivo

Resumidamente, o objetivo é criar softwares que raciocinem melhor as entradas de dados e expliquem, como seres humanos, suas saídas, por meio de ações ou relatórios.

Com robôs, é possível, por exemplo, substituir pessoas que realizam tarefas repetitivas, conferir apoio para a tomada de decisão ou realizar atividades que comprometam a saúde e a integridade humanas.

Diferentemente da automação por robôs, a IA permite a realização de tarefas frequentes e volumosas de forma confiável e sem fadiga. Confira os principais objetivos a seguir.

Adicionar inteligência a produtos existentes

A inteligência artificial não é uma aplicação individual, e sim uma funcionalidade aprimorada das aplicações já existentes e conhecidas.

Adaptar suas funcionalidades progressivamente

A regularidade nos dados e nas estruturas observadas garante a capacidade de reprogramação, para que o algoritmo consiga identificar padrões e aprender. Dessa forma, os modelos se adaptam ao receberem mais dados, de forma progressiva, mas com propagação retroativa, principalmente quando a primeira saída não for correta.

Obter e analisar um grande volume de dados

A possibilidade de análise de um grande volume de dados é primordial para que, por meio de algoritmos, as máquinas possam aprender melhor. Dessa forma, os dados se tornam propriedade intelectual e vantagem competitiva.

Além disso, por meio de redes neurais, é possível esconder camadas de informações e melhorar a capacidade de análise de dados. Quanto mais dados forem adicionados, mais precisa se tornará a solução.

Como funciona

O robô ou sistema se adapta às mudanças de forma autônoma a partir de machine learning. Além disso, precisa de uma grande quantidade de informação para garantir poder de comparação.

Com isso, ele analisa o padrão nos próprios comandos para aprender o que está sendo executado e antecipar ações.

Funciona como a classificação de uma grande quantidade de imagens de ressonância, que aumenta a possibilidade de reconhecimento de cânceres por meio de padrões delimitados e observados.

Quais as tecnologias por trás da inteligência artificial?

A IA é a combinação de grandes quantidades de dados, algoritmos inteligentes e processamento rápido. Com essa equação, o sistema pode aprender, delimitar padrões e processar informações. Isso é resultado de muitas tecnologias. Veja a seguir.

Machine learning

O aprendizado de máquina automatiza a construção de modelos analíticos. Por meio de modelos matemáticos, estatística e redes neurais, encontra padrões escondidos nos dados, já que não é programado de forma limitada, apenas para dar determinada conclusão.

Uma rede neural é composta por unidades interconectadas, similares aos neurônios humanos, que processam informações por meio de passagens em suas redes até encontrar conexões ou extrair significados ainda inexistentes.

Deep learning

O deep learning é a soma entre big data e machine learning. Por meio de um grande volume de informação e redes neurais com várias camadas de processamento, é possível aprender padrões complexos e transformá-los em computação cognitiva, a fim de que a máquina simule, de forma natural, a interpretação de falas e imagens.

Visão computacional

Ocorre quando máquinas processam, analisam e entendem sons e imagens que, ao serem capturados em tempo real, podem ser interpretados de forma simultânea.

Processamento de linguagem natural (PLN)

É a capacidade computacional de analisar, entender e desenvolver uma linguagem quase humana. Seu próximo estágio será a comunicação com linguagem normal entre humanos e computadores.

Como as empresas se beneficiam da IA?

Nas empresas, o principal foco do uso de inteligência artificial é a obtenção de eficiência operacional. Isso abrange o uso inteligente de recursos, redução de tempo entre processos, aumento da previsibilidade de demanda e melhoria da experiência do consumidor.

O resultado é o aumento das vendas e a diminuição de gargalos. Algumas empresas nos EUA, por exemplo, já recebem a lista de compras dos clientes em aplicativos.

Por comando de voz, o consumidor informa o que deseja, e, por meio de inteligência artificial e dados do histórico de preferências de marca, o varejista entrega na casa do cliente os produtos desejados. Confira, detalhadamente, os benefícios da IA para as empresas.

Inovação

A inteligência artificial garante inovação constante, uma vez que o aprendizado é contínuo e que as possibilidades de interação entre soluções são infinitas, principalmente com o crescimento da Internet das Coisas em âmbito corporativo.

Numa fábrica, por exemplo, há a possibilidade de manter integração entre todos os procedimentos necessários para a produção de um item, sem gargalos entre processos ou a necessidade de pessoas para amparar as máquinas e equipamentos.

Automatização de tarefas

Com o tratamento e uso estratégico dos dados, é possível compreender melhor os requisitos de uma produção ou da preferência do usuário. Tarefas mais frequentes ou repetitivas podem ser automatizadas para garantir a eficiência buscada pelas empresas.

Segurança

A segurança é um requisito imprescindível em âmbito digital, principalmente para as empresas. Nos processos e na gestão da infraestrutura de TI, é preciso criar mecanismos antifraudes e contra ataques cibernéticos, pois, a cada dia, também surgem novas ameaças amparadas por inteligência artificial.

Com isso, é preciso adotar soluções que utilizem algoritmos capazes de identificar padrões anormais de comportamento dos usuários do sistema de gestão, por exemplo, para bloquear funcionalidades ou acesso a áreas de informações estratégicas.

Produtividade

Com a possibilidade de automação e a diminuição de erros e trabalhos nos processos, a produtividade é ampliada. A capacidade de realização de tarefas de forma ininterrupta — impossível para humanos, que precisariam se revezar em turnos — também potencializa essa eficiência.

Além disso, com tarefas repetitivas e outras atividades sendo realizadas pelas máquinas, os humanos podem se dedicar melhor ao que realmente importa: o core business da empresa ou atividades estratégicas, que ainda não podem ser planejadas por robôs.

Melhoria do relacionamento com o cliente

A IA possibilita agilidade na resolução de problemas, assim como a antecipação das necessidades futuras do consumidor. Isso garante maior satisfação aos usuários — e, consequentemente, por meio de informações estratégicas, é possível garantir melhores experiências de consumo e a fidelização do cliente.

Análise preditiva

A análise preditiva é uma avaliação antecipada do cenário, com o objetivo de realizar ações mais acertadas. Contrapõe métodos corretivos, uma vez que, por meio de informações e da análise de probabilidades, é possível fazer previsões mais confiáveis, tomar decisões e antecipar ações estratégicas para potencializar os resultados.

Quais as aplicações da IA nas empresas?

Na prática, a aplicação de inteligência artificial nas empresas pode acontecer de várias formas, veja a seguir.

Chatbots

O atendimento por robôs permite uma interação programada com os usuários. Os chatbots usam modelos de perguntas para iniciar a interação, mas, à medida que elas acontecem e por sua alta frequência, eles usam o histórico de atendimento e as preferências de consumo para embasar as respostas.

Os chatbots podem, por exemplo, reconhecer nomes, números de telefone e outros dados. Da mesma forma, armazenam essas informações para próximos contatos, documentam soluções apresentadas e resolvem as solicitações mais simples, agendando um atendimento personalizado, caso seja necessário.

Assistentes virtuais

Assistentes virtuais são familiares, já que são largamente difundidos e utilizados pelas pessoas em seus smartphones. São muito úteis para a realização de tarefas simples, e, no ambiente organizacional, podem ser usados, por exemplo, para lembrar das tarefas diárias, agendar reuniões ou documentar aspectos de uma viagem.

Além disso, o assistente pode realizar o primeiro atendimento, assim como chatbots, para direcionar o cliente ao serviço ou local pertinente à sua solicitação. Um bom exemplo dessa aplicação é a Aixa, assistente da Caixa Econômica Federal. Aos poucos, o sistema utiliza informações do usuário para antecipar solicitações e garantir uma melhor experiência.

Softwares de gestão

Sistemas de gestão foram amplamente difundidos no âmbito organizacional para potencializar a capacidade de visualização das informações estratégicas da empresa. Por meio de relatórios, é possível tomar decisões mais acertadas e garantir melhores resultados.

Com a inteligência artificial aplicada nos sistemas de gestão, é possível identificar padrões nesses dados e prever melhor as situações, em vez de contar apenas com a capacidade humana de análise.

Além disso, a tecnologia possibilita a Internet das Coisas, em que a integração completa dos processos pode ser verificada para garantir maior eficiência tanto de pessoas quanto da infraestrutura.

Análise de dados

A coleta e o armazenamento dos dados podem ser realizados de forma tradicional, mas o seu processamento precisa ser inteligente. Com a inteligência artificial, os resultados são analisados continuamente, o que ajuda os gestores a obterem insights sobre processos e clientes.

Essa possibilidade se reflete diretamente na eficiência da empresa e na qualidade do atendimento, principalmente pela agilidade de execução e pela diminuição do tempo de resposta.

Com informações sobre os usuários, é possível encaminhá-los diretamente à sua demanda, eliminando o tempo de espera e a necessidade de informar dados pessoais toda vez que o atendimento for realizado por uma pessoa diferente, por exemplo.

Cruzamento de informações

Da mesma forma que é possível analisar de forma estratégica os dados coletados, as informações podem ser cruzadas de maneira mais organizada, para agilizar e simplificar o atendimento.

Isso ajuda a criar um perfil de consumo, por meio do padrão de comportamento e dados históricos, para sugerir opções que melhor se encaixem naquele momento. Um exemplo são as sugestões de itens complementares ou similares em e-commerces.

Em suma, a inteligência artificial permite que as empresas obtenham novos insights sobre seus clientes e processos, melhorem aspectos estratégicos, principalmente relacionados a eficiência, e criem produtos mais adequados e serviços mais inteligentes para se manterem competitivas.

Quais as perspectivas da inteligência artificial para o futuro?

A principal aplicação da inteligência artificial em âmbito corporativo será por meio da Internet das Coisas. Com o chamado Asset Management, sensores monitorarão todas as atividades, tanto para coletar informações quanto para verificar a capacidade de interação entre as máquinas.

Outras fontes de dados poderão ser usadas para aumentar a variedade, variabilidade e complexidade dos dados, como drones, que, ao serem integrados aos sistemas de gestão, disponibilizarão informações em tempo real e sem interferência humana.

Mas a grande evolução dessa tecnologia será a capacidade de pensar de forma autônoma, em vez de aprender com tentativas e erros. Veja como isso pode acontecer a seguir.

Inteligência artificial cognitiva

A inteligência artificial como hoje é conhecida é bastante limitada. A tendência é que a próxima geração de softwares seja capaz de pensar por conta própria, e não por aprendizado de máquina.

A chamada inteligência artificial cognitiva consiste em sistemas cada vez mais independentes e capazes de identificar padrões para agir com base em raciocínio lógico, previsões e deduções. Essa possibilidade é o aprendizado de máquina aprimorado, já que o processo é mais eficaz e progressivo.

Com a AI cognitiva, o sistema de gestão de uma empresa, por exemplo, que antes apontava apenas a necessidade de manutenção quando falhas ocorriam, pode antecipar uma manutenção por meio da predição, solicitar peças diretamente ao sistema dos fornecedores e agendar testes para garantir a qualidade padrão predeterminada.

Evolução dos assistentes virtuais

Segundo o Relatório de Tendências de Tecnologia do Future Today Institute, a inteligência artificial é a tecnologia que embasará a próxima geração dos elementos da computação.

Ainda de acordo com o estudo, o uso tradicional de smartphones será substituído pela utilização de dispositivos, como pulseiras, relógios, óculos, anéis e fones de ouvido digitais.

Tudo isso, devido a uma tendência cada vez maior do uso de comandos de voz. Os usuários querem comodidade, realizam atividades simultâneas e não têm mais tempo para buscar informações.

Por isso, assistentes virtuais tendem a ser cada vez mais personalizados com as preferências do usuário, para que essa interação irrestrita seja uma experiência completa.

Eles poderão ter uma voz mais familiar, responder usando as mesmas gírias e vícios de linguagem ou participar ativamente do dia a dia das pessoas, como amigos mais íntimos.

Potencialização do big data

Utilizar informações precisas e confiáveis é primordial para garantir eficácia às soluções de inteligência artificial. O desafio das empresas é filtrar o que realmente é pertinente para o crescimento do negócio em meio a tanta informação.

Esse grande e complexo volume de dados também pode ser potencializado. Isso, porque, ao combinarmos a capacidade de processamento de soluções cada vez mais avançadas com inteligência cognitiva, é possível analisar os padrões de dados instantaneamente, de forma que as informações sejam completamente processadas.

Somando a possibilidade de acesso a qualquer momento e de qualquer lugar, vantagem garantida pelo cloud computing, formas de controle por voz e tratamento para fácil entendimento e visualizações dos dados, tem-se um valor exponencial de informações estratégicas.

Como criar negócios mais inteligentes?

Apesar dos desafios que a adoção de novas tecnologias impõe às empresas, como o grau de investimento necessário e o nível de capacitação dos profissionais que sabem lidar com essa tecnologia, a inteligência artificial deve ser vista como um projeto estratégico.

Afinal, as soluções cujas funcionalidades são baseadas em inteligência artificial podem aumentar a eficácia dos processos organizacionais e, por meio da inovação, impulsionar os resultados do negócio.

Segundo a IDC, empresas que desenvolvem tecnologia baseada em inteligência artificial devem incrementar suas receitas de forma exponencial até 2020, considerando que, em 2016, as empresas pesquisadas apresentaram rendimento de 8 bilhões de dólares, valor que pode chegar a até 47 bilhões na data estipulada.

A revolução da tecnologia na sociedade ocorre de forma disruptiva. A inteligência artificial garante melhores possibilidades de automação e eficiência operacional. Por isso, independentemente do perfil do negócio, é preciso se preparar.

Nesse contexto, o planejamento é essencial. Com uma visão estratégica, os gestores podem integrar soluções que compõem o seu ambiente de TI com tecnologias embasadas em inteligência artificial para tornar os processos mais eficazes.

O ambiente deve ser colaborativo, de forma que novos insights proporcionem uma visão mais ampla e garantam que as novas tecnologias sejam usadas globalmente, até que todos estejam familiarizados.

Além disso, é preciso garantir mais segurança aos processos, principalmente se muitas soluções forem interligadas, a fim de reduzir a criticidade do setor, principalmente relacionada à segurança da informação.

Muitos profissionais têm medo de ser substituídos pela inteligência artificial. Apesar de a tecnologia ser mais eficiente na execução de tarefas rotineiras e repetitivas, ela será o aspecto transformador que expandirá a capacidade humana e sua qualidade de adaptação.

Algoritmos de inteligência artificial aprendem de forma diferente dos seres humanos, e, mesmo sendo mais rápidos na execução de tarefas, principalmente as de nível de complexidade maior, as empresas ainda demandarão profissionais que tenham capacidade de:

  1. expressar sentimentos de grupo, como a empatia;
  2. agir de forma autônoma;
  3. desenvolver habilidades artísticas.

A parceria entre humanos e a inteligência artificial oferece muitas oportunidades de crescimento dentro das empresas, e a qualificação dos profissionais será de extrema importância para que seja criada a capacidade de trabalhar em uma mesma equipe que robôs, além de entender a linguagem técnica de programação, caso ocorra algum problema.

Para derrubar as barreiras que impedem essa inovação, é preciso reconhecer a necessidade de adaptação. Muitos nem mesmo sabem o que é inteligência artificial.

O primeiro passo pode ser melhorar o desempenho de soluções que já existem e compõem a infraestrutura de TI da maioria das empresas, como ERPs (Enterprise Resource Planning), por meio da visão computacional e processos de atualização.

A inteligência artificial já é uma realidade, e não mais uma tendência. É necessário criar um planejamento eficiente, com base na adoção de novos métodos de trabalho e na preparação da cultura organizacional, além da busca por parceiros estratégicos que possam oferecer soluções acessíveis para a digitalização de processos.

Sua empresa está preparada para esse novo contexto? Assine nossa newsletter e veja como é possível se adaptar a essas mudanças!

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