Resiliência

O conteúdo que eu tive contato foi apresentado pelo Tom Coelho, que é um conferencista e escritor. Mais pra...

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Somos especialistas em desenvolvimento de software sob medida para negócios digitais. Pioneiros na adoção de metodologias de gestão ágil, combinamos processos de design, UX, novas tecnologias e visão de negócio, desenvolvendo soluções que criam oportunidades para nossos clientes. A Dextra faz parte da Mutant, empresa B2B líder no mercado brasileiro e especialista em Customer Experience para plataformas digitais.
Data de publicação: 26/06/2013

O conteúdo que eu tive contato foi apresentado pelo Tom Coelho, que é um conferencista e escritor. Mais pra frente vou sugerir uns artigos.
O conceito de resiliência é igual ao do famoso travesseiro da Nasa (o viscoelástico), ou seja, de sofrer uma pressão, uma deformação, e se recuperar. É um pouco do nosso DNA de plasticidade… Mas, Tati, o que isso tem a ver? Isso é totalmente a nossa realidade! Falamos de gestão de escopo e mudança, e, principalmente, se vê a necessidade de resiliência quando enfrentamos problemas.
Existem 3 tipos de problemas:
1. Contra-tempo: sem grande impacto, coisa que acontece no dia-a-dia. Ex.: cheguei 5 min. atrasada pra uma reunião com meu mentor;
2. Revés: ainda não é de grande impacto, mas gera algum incômodo ou desgaste. Ex.: cheguei 20 min. atrasada pra um reunião com todos os diretores e gerentes, que eu tinha ficado de trazer uma informação importante;
3. Tragédia: tem impacto, tem desconforto. Ex.: cheguei 1h atrasada pra uma reunião com o vice-presidente de um cliente que foi um parto conseguir agendar a reunião.

Diante de qualquer tipo destes problemas, as pessoas resilientes aparecem pela sua reação: em vez de sentar e chorar, elas costumam ter uma postura mais “this is Sparta!”. Exemplos disso: Walt Disney foi demitido porque seu superior o achava pouco criativo, depois disso, ele ‘criou’ o mundo Disney (só!); e o maestro João Carlos Martins deu a volta por cima de todo tipo de tragédia que podia sofrer em nome do seu amor pelo que fazia, a música.

E a proposta é que todo mundo avalie se é ou não resiliente! Mas como? Pensando nos seguintes tópicos:
1. Auto-conhecimento. Quem eu quero ser? O que eu quero fazer? O que eu faço hoje? Eu estou no caminho certo? Se não, por que? O que preciso fazer pra chegar lá?
2. Inovação. Buscar o novo, o diferente, pensar fora da caixa, sempre!
3. Excelência. Melhoria contínua! Fazer hoje melhor do que fiz ontem!
4. Equilíbrio. E aí fica fácil olhando a teoria do Tom Coelho de 7 vidas.
5. Paixão. Só é possível ter essa ‘vontade’ de superar e buscar melhor, se você tem paixão pelo faz! Assim como o maestro! Então pára e pensa o que te motivava lá na sua primeira semana de trabalho e retoma isso!

E o recado final, principalmente é: seremos todos os 2% que fazem a diferença! Que buscam ser inovadores, fazem o que fazem com paixão! E é aí que entra aquela frase de efeito que diz que “quando todo mundo segue as melhores práticas, você está apenas redefinindo a mediocridade” e, sim, fuja loucamente da mediocridade!!! Pra quem acha isso muito radical, dá um lida neste artigo e reflita um pouco se já fez algo parecido…


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