Sobre Paradigmas e a "Síndrome de Gabriela"

Esse é um tema que eu gosto muito de conversar com outras pessoas, pois afinal como conseguimos quebrar paradigmas?...

Data de publicação: 02/10/2015
Paradigmas

Esse é um tema que eu gosto muito de conversar com outras pessoas, pois afinal como conseguimos quebrar paradigmas? Como podemos mudar? E o medo da mudança aonde fica? Se deu certo até agora, para que mudar?

A lógica não está errada, se está dando certo (isso é ótimo), podemos continuar assim, correto? Não. Devemos e precisamos mudar, nos adaptar, acompanhar as tendências, o mercado e tudo o que vem junto, afinal acomodar-se é algo tedioso, você fica na sua zona de conforto. Posso até citar exemplos de empresas que perderam market share e faturamento, pois estava tudo “dando certo”: Kodak, Mesbla, Varig, Xerox, Nintendo, Nokia, entre muitas outras.

Sempre acreditei que temos que nos mover, ir além de nossos limites, mudar, nos adaptar, sair da nossa zona de conforto.

Você pode até perguntar, mas as mudanças são mesmo necessárias? Olha, acredito (muito) que sim, afinal todos acreditamos de que a nossa visão das coisas é como elas realmente são, ou pelo menos como deveriam ser. Não temos a percepção, de que devemos nos afastar o suficiente do cenário para enxergá-lo de uma forma macro, isso requer muita prática, paciência, entender o outro e querer arriscar, tenho que concordar nem todas as mudanças serão boas, mas se não tentar ficará sempre no mesmo lugar.

“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.” (Albert Einstein)

Você já parou para se perguntar para que, ou por que você está fazendo algo, ou por que acontece desse jeito? Nesse Link -> “Como nascem os paradigmas” tem um vídeo muito bacana e rápido, que nos faz refletir sobre o assunto. Vale a pena assistir.

Para finalizar: a “Síndrome de Gabriela” no título. Tem uma música de Dorival Caymmi, chamada Modinha Para Gabriela, e o refrão diz: “eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim, Gabriela.”

E aí, qual sua opinião? Conseguiu enxergar-se em vários momentos de sua vida?

Acesse o artigo original, clicando aqui.

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