Afinal, o que é revolução industrial 4.0?

Se você lê sobre assuntos tecnológicos, com certeza já se deparou com informações sobre a revolução industrial 4.0. O...

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Somos especialistas em desenvolvimento de software sob medida para negócios digitais. Pioneiros na adoção de metodologias de gestão ágil, combinamos processos de design, UX, novas tecnologias e visão de negócio, desenvolvendo soluções que criam oportunidades para nossos clientes. A Dextra faz parte da Mutant, empresa B2B líder no mercado brasileiro e especialista em Customer Experience para plataformas digitais.
Data de publicação: 26/06/2019
Sua empresa está preparada para a revolução industrial 4.0? Se você ainda tem dúvidas sobre o que fazer, confira nosso post e saiba mais!

Se você lê sobre assuntos tecnológicos, com certeza já se deparou com informações sobre a revolução industrial 4.0. O conceito, que tem tudo a ver com transformação digital e inovação disruptiva, é tema obrigatório em conversas sobre automação e melhoria do processo de manufatura.

No entanto, a chamada indústria 4.0 vai muito além. Com aplicações em diferentes setores, essa evolução envolve controle, tecnologia da informação e automação para satisfazer os clientes, oferecer uma experiência personalizada e aperfeiçoar a rotina operacional.

Nesse contexto, algumas perguntas surgem: como todos esses aspectos são colocados em prática? De que forma a 4ª revolução industrial ajudará seu negócio? O que é fundamental saber para aproveitar as oportunidades e conquistar vantagem competitiva?

Vamos ver essas respostas neste post. Aqui, traremos um panorama sobre o assunto, que vai ajudar você a inserir sua empresa no novo cenário tecnológico. Então, que tal saber mais?

Afinal, o que é revolução industrial 4.0?

Diferente do que muitos pensam, a indústria 4.0 não se refere a uma tecnologia específica, mas sim da junção de sistemas inteligentes, máquinas e ferramentas que criam redes capazes de controlar módulos de maneira autônoma. Com isso, os equipamentos conseguem:

  • operar sozinhos;
  • agendar e fazer manutenções;
  • antecipar falhas;
  • tomar decisões inteligentes;
  • adequar-se aos imprevistos existentes na cadeia produtiva.

Esse conceito nunca poderia ser diferente. Em um mundo de constantes transformações, relacionar a indústria 4.0 a uma única tecnologia significaria restringir o alcance dessa revolução. Por isso, sua ideia está mais relacionada à informatização da manufatura e da fabricação de produtos.

Com isso, é possível trabalhar a personalização e, principalmente, agregar valor. Aliás, essa é a diferença para a simples digitalização de processos. Assim, mais que automatizar atividades, a revolução industrial 4.0 prevê a potencialização dessa iniciativa, com a possibilidade de executar funções bastante complexas.

É por isso que se torna fácil dizer que esse novo momento traz um impacto exponencial e profundo. Isso acontece, principalmente, porque as tecnologias utilizadas favorecem a relação entre os mundos físico, biológico e digital — daí o impacto da indústria 4.0 em diversos segmentos de negócio.

Quais são os pilares da Indústria 4.0?

A revolução industrial 4.0 está aí — e sua empresa precisa se adaptar para evitar a perda de espaço no mercado. Isso significa que é necessário seguir os princípios e os pilares de desenvolvimento e implantação dos processos. Caso contrário, seu negócio estará fora dessa transformação.

Para entender o que é preciso fazer, é necessário compreender primeiro quais são os princípios. Veja:

  • capacidade de operação em tempo real: objetiva adquirir e tratar dados de maneira instantânea, a fim de subsidiar as tomadas de decisão;
  • virtualização: consiste em ter uma cópia virtual das fábricas inteligentes para rastrear e monitorar de forma remota todas as operações e processos executados. Para isso, são espalhados sensores pela planta industrial;
  • descentralização: significa tomar decisões pelo sistema ciberfísico, a partir das necessidades produtivas. Ou seja, os próprios equipamentos definem o que fazer e se autoajustam. As máquinas fornecem informações sobre o ciclo de trabalho e recebem comandos a distância para aperfeiçoar as atividades executadas;
  • orientação a serviços: é a ideia de usar a Internet das Coisas (IoT) para orientar a arquitetura de softwares, dentro do conceito de Internet of Services;
  • modularidade: representa produzir conforme a demanda e ter flexibilidade para alterar as ações dos equipamentos quando necessário. Dentro disso, estão o acoplamento e desacoplamento dos módulos produtivos;
  • interoperabilidade: é a conexão entre máquinas e sistemas dentro do conceito de IoT.

Perceba que esses princípios estão relacionados às tecnologias que possibilitam fundir os mundos físico, digital e biológico. Afinal, as principais tecnologias que levam a esse objetivo são: manufatura aditiva, inteligência artificial, IoT, biologia sintética e sistemas ciberfísicos.

Ao trabalhar os cinco princípios, você consegue efetivar o uso dessas tecnologias e colocar a indústria 4.0 em prática no seu negócio. Tudo isso é possível graças aos avanços tecnológicos. Eles são, inclusive, os pilares dessa mudança. Entenda melhor!

Internet das Coisas

A IoT consiste na conexão de dispositivos físicos à rede, a fim de aperfeiçoar o uso dos objetos e torná-los inteligentes. Na indústria, um dos exemplos mais simples é a capacidade dos equipamentos de analisarem os dados coletados por sensores e sinalizarem a necessidade de manutenção e evitar a necessidade de um reparo emergencial.

Esse propósito acontece porque objetos físicos, ambientes, máquinas e veículos são hiperconectados e estão embarcados com tecnologias e sensores. Com isso, a troca de dados é constante.

Essa característica leva a um aumento da eficiência operacional. Ao mesmo tempo, geram oportunidades de crescimento inesperadas. Tanto é que, no futuro, a IoT deve ter como objetivos:

  • aumentar a produção e criar modelos de negócios híbridos;
  • transformar a força de trabalho;
  • explorar tecnologias inteligentes para acelerar a inovação no ambiente corporativo.

Big Data

Essa tecnologia se refere à capacidade de coleta, armazenamento e processamento de um grande volume de dados gerados interna e externamente à organização. Para a revolução industrial 4.0, as informações obtidas são importantes para trazer eficiência às máquinas.

O aproveitamento é feito com a ajuda de algoritmos, que possibilitam aos robôs tratar os dados e utilizá-los da maneira mais adequada. Além disso, o Big Data lida com as informações relevantes para o negócio a partir de 6Cs:

  • conexão à rede industrial por meio de sensores;
  • cloud computing, para a infraestrutura em nuvem e gerenciamentos dos dados por demanda;
  • ciber para modelo e memória das máquinas;
  • conteúdo, com o objetivo de assegurar a qualidade da informação;
  • comunidade, no sentido de compartilhamento das informações;
  • customização, a fim de personalizar produtos e serviços por meio de uma manufatura flexível, ajustável e prática.

Junto ao Big Data, há o Analytics. Ambas as tecnologias são importantes na fabricação preditiva. Por meio delas, é possível controlar a gestão operacional e aumentar a eficiência da produção e os níveis de rendimento.

Ao mesmo tempo, você recebe informações de anomalias ainda em estágio inicial e potenciais falhas no sistema. Desse modo, fica mais fácil prever a qualidade do produto e fazer os ajustes necessários antes de ter prejuízos.

Inteligência Artificial

A IA é a tecnologia que permite às máquinas tomarem decisões sem interferência dos seres humanos. Isso acontece porque esse segmento da computação simula a capacidade humana de raciocínio e solução de problemas. Com isso, softwares e robôs automatizam diferentes processos.

Segurança

O foco, aqui, é a robustez dos sistemas de informação e prevenção de problemas no compartilhamento de informações e comunicação entre os equipamentos. Possíveis gargalos e falhas na transmissão precisam ser evitados para impedir transtornos da produção.

Nesse caso, ainda é necessário se preocupar com a segurança da informação. É fundamental contar com sistemas que protejam o know-how da empresa e evitem o vazamento de dados sensíveis. O ideal é trabalhar a criptografia avançada e outros recursos, como:

  • firewalls físicos;
  • servidores de backups;
  • honeypots.

Computação em nuvem

Essa tecnologia permite o armazenamento de sistemas em servidores virtuais, que são interligados pela internet. Por isso, o acesso é facilitado, o que tira a limitação desses equipamentos corporativos.

De quebra, a contratação da nuvem é mais barata e eficiente do que manter a infraestrutura interna. Assim, você tem acesso à virtualização, mobilidade, escalabilidade e segurança sem fazer tantos investimentos.

Quais são os impactos da Indústria 4.0 no Brasil e no mundo?

Muitos eventos de tecnologia tratam das mudanças efetivadas pela 4ª Revolução Industrial. Os temas tratados, no entanto, nem sempre fornecem a dimensão exata dos impactos dessa transformação.

Você já deve saber que todo o mercado é afetado — afinal, modelos de negócio diferentes são criados. A ideia é atender às demandas do consumidor por meio da integração do produto às necessidades e preferências de cada cliente.

Essa personalização é possibilitada pelas fábricas inteligentes, que automatizam os processos e trazem flexibilidade. Junto a isso está a previsibilidade, que permitiu reconhecer potenciais falhas e agendar processos de maneira autônoma, a fim de otimizar a produção.

Outro ponto positivo é o desenvolvimento e a pesquisa relacionados à segurança de TI, interação máquina a máquina e confiabilidade da produção. É assim que você evita vulnerabilidades e adapta sua empresa ao novo padrão de negócios exigido.

Para os colaboradores, essa é a oportunidade de evitar os trabalhos repetitivos e focar as atividades estratégicas. Com essa atuação diferenciada, é preciso se capacitar de forma contínua e ter uma formação multidisciplinar para trabalhar com as tecnologias existentes.

Por sua vez, os gestores também precisam ter uma visão estratégica e holística, além de serem capazes de desenvolver uma cultura organizacional voltada para a inovação e automação mobile. Ao mesmo tempo, torna-se necessário identificar tendências e demandas de mercado.

Mais que todos esses benefícios, a indústria 4.0 traz impactos sobre: produtividade, redução de custos, customização da produção, controle sobre os processos e mais. Esses impactos são verificados em números fornecidos pelo portal Indústria 4.0, do governo federal.

Para ter uma ideia, a redução anual de custos industriais deverá ser de, pelo menos, R$73 bilhões com a migração dos processos para a revolução industrial 4.0. Esse valor abrange:

  • R$34 bilhões por ano em ganhos de eficiência;
  • R$31 bilhões por ano com diminuição dos gastos referentes à manutenção;
  • R$7 bilhões em consumo de energia.

O restante, R$1 bilhão, está relacionado à economia com outros gastos. Além disso, o uso de tecnologias digitais nas empresas brasileiras cresceu 10 pontos percentuais entre 2016 e 2018. O índice foi de 63% para 73%.

Apesar disso, a indústria ainda representa menos de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. No índice global de inovação, o Brasil está na 69ª colocação. Por sua vez, no nível de competitividade da manufatura, saiu da 5ª posição em 2010 para a 29ª em 2016.

O Brasil ainda está na 41ª colocação no que se refere à estrutura de produção e na 47ª nos vetores da indústria. Mais que isso, somente 48% dos entrevistados por uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) desejam fazer investimentos em tecnologias digitais.

Esses dados evidenciam que ainda há um grande potencial de crescimento, até mesmo em setores menos tradicionais, como a indústria de seguros.

Situação mundial

Ainda que o cenário brasileiro possa melhorar, o contexto global ainda tem várias perspectivas de investimentos. Para ter uma ideia, as tecnologias de manufatura 4.0 deverão ultrapassar os R$85 bilhões em 2019. As principais tecnologias em crescimento são:

  • sensores inteligentes: 12,2%;
  • nanomateriais: 15,5%;
  • robôs: 5,5%;
  • manufatura aditiva ou impressão 3D: 45,7%.

Apesar desses índices serem apresentados de forma separada, os investimentos não são feitos de maneira independente. O que ocorre, na maior parte dos casos, é o desenvolvimento de projetos de sistemas, que envolvem mais de uma dessas categorias.

Quais desafios a Indústria 4.0 possibilitou superar?

Os dados apresentados acima evidenciam os desafios para a revolução industrial 4.0 no Brasil e no mundo. É necessário fazer mais investimentos e aperfeiçoar os produtos e serviços, a fim de agregar valor. Desse modo, a empresa fica menos sujeita à volatilidade do mercado internacional e oferece margens de lucro mais significativas.

No caso brasileiro em específico, boa parte das empresas ainda está na 2ª Revolução Industrial ou em início da 3ª. Esse cenário mostra que o País ainda engatinha no quesito tecnológico — o que torna esse contexto ainda mais desafiador.

O foco deve ser a obtenção de subsídios para as tomadas de decisão inteligentes em combinação com:

  • linhas de produção mais elaboradas;
  • comunicação ativa;
  • gestão aprofundada.

Assim, é possível aumentar o desempenho dos processos e reduzir os erros e o desperdício de insumos e tempo. Outros desafios encontrados e que precisam ser superados são apresentados a seguir.

Gestão baseada em dados

A chamada gestão data driven é uma prerrogativa importante, porque é pelos dados obtidos que se torna possível tomar decisões inteligentes. Eles também ajudam a identificar tendências de consumo e de demandas — essenciais para determinar os caminhos a serem seguidos pela empresa.

Mudanças de cultura organizacional

A implementação da revolução industrial 4.0 exige uma mudança cultural na empresa. A simples implementação de tecnologias é insuficiente — e esse é um dos motivos que fazem as empresas brasileiras estarem atrasadas, como afirmamos.

Um exemplo simples é a necessidade de lidar com plataformas digitais e parques tecnológicos. A alteração para o cloud computing e a inserção de IA, Big Data e outras ferramentas expõem a companhia a riscos. Isso exige um cuidado maior com a segurança da informação para evitar vazamentos e exploração de vulnerabilidades.

Inovação

O custo da inovação no Brasil é alto — portanto, é um desafio a superar. O principal motivo para isso é a falta de incentivos fiscais para o desenvolvimento de pesquisas. Ainda assim, existem iniciativas em prol desse critério.

Um levantamento da CNI mostra que um em cada três empresários acredita que será necessário aumentar a inovação nas empresas brasileiras nos próximos cinco anos, a fim de manter a sustentabilidade dos negócios. Além disso, 31% dos CEOs avaliam que esse nível deve ser alto ou muito alto.

Por sua vez, 44% dos executivos entrevistados por uma pesquisa da Mobilização Empresarial pela Inovação sinalizam que as atividades inovadoras são responsáveis por 20% do faturamento. Além disso, 31% informaram que investem mais de 5% do orçamento.

O mesmo levantamento sinaliza que 55% das empresas aplicam recursos próprios para inovar. Isso pesa no orçamento e atrasa os avanços. Para mudar esse cenário, torna-se necessário fazer um planejamento acertado, que melhore os processos de forma gradual e estratégica.

Capacitação

A mão de obra precisa ser especializada para atuar no conceito da revolução industrial 4.0. O perfil dos profissionais muda diante desse contexto, porque as rotinas operacionais são automatizadas e sobram, portanto, as atividades estratégicas. Por isso, é necessário ter algumas habilidades específicas, entre elas:

  • QI digital para internalizar os benefícios das inovações, estar em constante melhoria e pensar fora da caixa;
  • gestão inovadora, a fim de identificar oportunidades e explorar novas tecnologias a partir das estratégias traçadas;
  • multidisciplinaridade, ou seja, entender sobre vários assuntos e saber relacioná-los para terem aplicação prática;
  • criatividade para desenvolver soluções de negócio e conquistar vantagem competitiva perante diferentes cenários.

Qual é a diferença da revolução industrial 4.0 para as outras?

Para entender a importância e as características da indústria 4.0, vale a pena fazer uma comparação com as outras revoluções ocorridas. Veja quais são as peculiaridades de cada uma delas para entender as diferenças. Confira!

1ª Revolução Industrial

Até o fim do século XVIII, praticamente não havia fábricas no mundo. Foi nesse período que o processo de industrialização surgiu e fez as atividades deixarem de ser artesanais. Essa mudança foi proporcionada pelo uso de carvão, ferro e vapor. Com isso, a produção foi acelerada e fez a Inglaterra ocupar um patamar diferenciado no mundo.

2ª Revolução Industrial

Com o começo da industrialização, ocorreu o segundo período de mudanças, já em meados do século XIX. O que levou a esse novo cenário foram a eletricidade, a química e o petróleo. Dessa forma, houve a massificação da manufatura e o desenvolvimento de tecnologias importantes, como refrigeradores, avião, telefones e alimentos enlatados.

3ª Revolução Industrial

Da segunda metade do século XX e suas invenções surgiu a 3ª Revolução Industrial. Mais próxima do que vivemos hoje, ela prevê a informação como matéria-prima relevante para os negócios. Foi aí que surgiram os primeiros computadores e a velocidade para realizar processos científicos aumentou.

Com essas mudanças, várias áreas de conhecimento foram aprimoradas, da manipulação atômica à tecnologia espacial. Esse cenário foi fundamental para conceber as novas tecnologias que trouxeram à 4ª Revolução Industrial.

Nesse cenário atual, como destacamos, o foco é a personalização e a agregação de valor, muito mais que a automação, que já existia, em certa medida, na revolução anterior. Portanto, fica claro que a indústria 4.0 potencializará todas as outras e também possibilita a integração de processos.

São essas características que permitem fazer a associação da realidade ao digital. Da mesma forma, existe a possibilidade de fazer previsões, reconhecer falhas e agendar processos. Essas são as diferenças da revolução industrial 4.0, muito mais que qualquer tecnologia agregada a ela.

Quais são as tecnologias da Indústria 4.0?

Os diversos segmentos de negócio são impactados pela nova revolução industrial. A indústria de aplicativos é uma delas — e, inclusive, está em crescimento contínuo por conta do Brasil ser um dos países mais consumidores do mundo.

Para chegar a esse patamar, várias tecnologias precisam ser implementadas. Quais são elas? Apresentamos abaixo. Acompanhe!

Rastreabilidade

A ideia é usar os dados gerados para acompanhar a movimentação de produtos e trazer eficiência à rotina operacional. Com isso, também são obtidas melhorias de funcionalidade e racionalização do gerenciamento da produção. Nas indústrias, isso leva a um controle maior da qualidade, inclusive para a gestão de reclamações, itens danificados e distribuição de responsabilidades.

Realidade aumentada

Essa tecnologia agrega valor a várias aplicações e traz benefícios significativos. Por exemplo, a realidade aumentada permite alterar os procedimentos e fazer simulações. Isso se reflete em confiabilidade e qualidade dos serviços.

Cyber Physical System

O CPS permite tornar as fábricas inteligentes, a fim de que elas tenham uma estrutura modular e capaz de monitorar os processos físicos. Essa característica facilita as tomadas de decisão descentralizadas, com consequente comunicação e cooperação entre máquinas e seres humanos.

Manufatura aditiva

O conjunto de tecnologias que fabricam objetos pela impressão 3D é a chamada de manufatura aditiva. O comum aqui é o uso de softwares de modelagem, computadores e equipamentos de camadas. Desse modo, o benefício é a prototipagem rápida, que permite visualizar a pré-produção.

Robô colaborativo

Sua aplicação é feita no processo de produção. Os robôs executam tarefas operacionais e repetitivas, como já ocorria antigamente. A diferença nesse momento é o fato de serem dotados de dispositivos de segurança. Com isso, identificam a presença de seres humanos e a execução do trabalho é feito fora do enclausuramento.

Em resumo, a revolução industrial 4.0 é uma tendência atual e, mais que isso, um fator de competitividade e melhoria para os negócios. Com a união de tecnologia e mudança de mindset dos colaboradores, a empresa se torna mais eficiente, reduz custos e tem a chance de aprimorar processos.

E você, já está preparado para esse novo cenário? Se gostou de saber mais sobre a indústria 4.0 e suas particularidades, compartilhe este texto nas suas redes sociais!

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Comentários

  1. Thiago Abreu26 de julho de 2019

    Opaa!! Que lindo isso… realmente, estamos vivemos uma época incrivelmente dourada no que se refere a automação comercial. Automatizar processos da empresa, de um negócio não é conseguir minimizar somente tempo, mas custos, até porque então a maioria dos trabalhos feitos antes somente era possível de forma manual, com isso, as empresas tinham um custo e tempo muito grande, e os processos só seguiam se tudo estivesse alinhado, uma coisa de cada vez. Agora não, o alinhamento é de forma agrupada e muito mais potencializada para ter resultados mais satisfatórios.

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